O seu navegador necessita de suporte Javascript para esta funcionalidade. Museu de Évora - Epigrafia
23 de Setembro de 2017
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Epigrafia

  • A coleção de epigrafia é composta em parte pelas lápides reunidas por D. Frei Manuel do Cenáculo, lápides de origem romana que aparecem referidas na sua documentação. Muitas tinham ficado ainda em Beja e, pela ação do bibliotecário Augusto Filipe Simões, regressaram a Évora em 1868.

    A restante coleção é constituída pelas lápides e tampas de sepultura retiradas de vários conventos da cidade, e ainda por outras, de origem romana, árabe e paleocristã, entregues por diversas entidades e localidades do distrito à guarda do Museu ao longo do século XIX.

    A epigrafia é portanto um importante conjunto de testemunhos históricos (e documentais) de diferentes épocas da história, refletindo sobretudo uma dimensão histórica regional, que a torna fundamental na compreensão da história local.

  • A Ara dedicada à Canídia Albina tem a forma de um paralelepípedo, e na parte superior apresenta uma decoração em forma de toros de folhagens.

    Cronologia: século III d.C.

    Matéria: mármore

    Número de inventário: ME 1718

    Proveniência: Muralha tardo-romana, Évora

  • Lápide de forma retangular, incompleta, com caracteres cúficos.

    Cronologia: 302 H. (914-915 d.C.)

    Matéria: mármore

    Número de inventário: ME 1845

    Proveniência: subsolo do edifício do Museu de Évora, 1968

  • Lápide retangular, incompleta, com caracteres cúficos.

    Cronologia: c. 542 – 546 H. (1148-1151 d.C.)

    Matéria: mármore

    Número de inventário: ME 1845

    Proveniência: subsolo do edifício do Museu de Évora, 1968

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